Combina as ferramentas fossilizadas com os seus nomes para abrir o portão do Laboratório de Fósseis.
Numa tarde ensolarada, Eli e eu chegámos ao Laboratório de Fósseis. O laboratório era um lugar fascinante, cheio de rochas, ossos antigos e ferramentas delicadas para escavar e limpar.
No centro da sala estava o Professor Poki. «Bem-vindos ao Laboratório de Fósseis!», disse ele, com um largo sorriso. «Estão prontos para descobrir os segredos do passado?» Acenei que sim, com entusiasmo, enquanto a Eli batia as asas de excitação. A sala fervilhava com a promessa de novas descobertas, e mal podíamos esperar para começar.
O professor Poki levou-nos até uma mesa coberta de pincéis, cinzéis e de grandes pedaços de rocha sedimentar. «Os fósseis são os restos preservados de plantas ou animais de há milhões de anos», explicou ele.
Ele apontou para uma rocha com a marca de uma concha. «Cada fóssil conta uma história de um ser que viveu há muito tempo.» Aproximei-me e perguntei: «Como é que encontramos fósseis, professor?» O professor Poki sorriu. «Escavamo-los cuidadosamente da rocha e limpamo-los para os podermos estudar.» Eli saltou para cima da mesa e exclamou: «Podemos encontrar um hoje?» O professor Poki acenou com a cabeça. «Claro! Vamos procurar fósseis escondidos nas rochas.»
Então, peguei num pequeno martelo e num cinzel, e Poki mostrou-me como bater suavemente. «Não queremos partir o fóssil», disse ele.
Eli começou a lascar a superfície de uma grande rocha enquanto eu inspecionava os pedaços próximos. Ao descobrir uma pequena marca em forma de espiral, ela exclamou: «Estou a ver alguma coisa!». O professor Poki aproximou-se e disse: «É um fóssil de amonite, uma criatura marinha muito antiga. Continua a trabalhar, que estás a ir muito bem!»
Eu trabalhei com muito cuidado, mas, ao limpar o pó, a rocha rachou de repente, partindo-se em dois pedaços. «Oh, não!», gritei, recuando, consternado. Eli esvoaçou nervosamente. «Partimos o fóssil?», perguntou ela, chilreando.
Poki pegou as duas metades e examinou-as. «De forma alguma!», disse ele alegremente. «Olha bem, o fóssil ainda está intacto. Tu apenas o descobriste mais rápido do que o esperado!» Eu soltei um suspiro de alívio. «Então, ele não está estragado?», perguntei. Poki sorriu. «Não, está perfeito! Os erros algumas vezes conduzem a descobertas. Vamos limpá-lo para o ver melhor.»
O Poki entregou-me uma escova macia e eu limpei cuidadosamente a terra e pó que cobriam o fóssil. A sua forma espiralada ficava mais nítida a cada pincelada. Poki explicou: «Esta amonite viveu há milhões de anos no oceano».
Eli aproximou-se e disse: «Parece uma concha de caracol!» Eu sorri e respondi: «É incrível segurar algo tão antigo». Poki concordou: «É por isso que os fósseis são importantes. Eles ajudam-nos a conhecer um pouco melhor as criaturas e os ambientes do passado».
Coloquei o fóssil sobre a mesa. Eli bateu as asas animadamente e perguntou: «Podemos tentar encontrar mais fósseis?». O professor respondeu: «Claro!», apontando para outro bloco de rocha. «Há sempre qualquer coisa nova para descobrir.»
Eli e eu continuámos a escavar, e fomos descobrindo pequenos ossos e marcas de conchas nas rochas. «Cada fóssil que encontramos contribui para a história da vida na Terra», disse Poki, observando-nos a trabalhar. Levantei o fóssil de amonite e sorri.
Eu disse: «Quero aprender mais sobre essas criaturas e como era o mundo na época em que elas viveram». Poki acenou com a cabeça, orgulhoso. «Já és um excelente caçador de fósseis, Riri. Lembra-te que cada fóssil conta uma história, e há tantas histórias à espera de serem descobertas». Limpámos as ferramentas e saímos do laboratório inspirados, prontos para explorar muito mais sobre o passado de há muitos e muitos anos atrás.
Vamos ver o que se recorda da nossa aventura fossilífera de hoje!