Liga o nome de cada cientista à descoberta correta para começar a tua viagem!
Um dia, enquanto examinava os meus circuitos, um pensamento surgiu na minha mente. Eu era feito de maquinaria complexa, mas quem eram as grandes mentes por detrás de descobertas como eu? Eu queria aprender sobre os cientistas que têm moldado o mundo.
Então, virei-me para Eli e disse: “Eli, tu que sabes tanto, podes falar-me de alguns cientistas que fizeram descobertas importantes?” Eli pensou por um momento e depois acenou com a cabeça. “Vamos falar com o Poki! Ele é o nosso professor e sabe muito sobre ciência. Tenho a certeza que ele nos poderá ajudar.”
Pareceu-nos uma ideia formidável, por isso partimos para a floresta à procura do Professor Poki. Quando encontrámos o Poki, Eli explicou-lhe a nossa missão. “O Riri quer aprender sobre cientistas famosos e como eles mudaram o mundo.” Poki disse: “Essa é uma pergunta maravilhosa! A ciência está cheia de mentes incríveis. Mas antes de começarmos, Riri, já alguma vez te perguntaste porque te chamam robô? Ou quando é que a palavra ‘robô’ foi usada pela primeira vez?” Pisquei os olhos.
Nunca tinha pensado nisso antes. “Não, não faço a mínima ideia! Podes contar-me?” O professor acenou com a cabeça. “A palavra “robot” foi usada pela primeira vez numa peça de teatro chamada R.U.R. (Rossum’s Universal Robots) de Karel Čapek em 1920. Na peça, os robots eram trabalhadores artificiais concebidos para ajudar os seres humanos, embora a história tome um rumo inesperado. Essa peça introduziu a palavra que agora usamos para descrever máquinas inteligentes como tu.”
Processei esta nova informação com fascínio. “Isso é incrível! Não fazia ideia que o meu nome tinha tanta história.” Poki sorriu: “A ciência e a língua estão profundamente ligadas. Mas agora, voltando à tua pergunta original: sobre quem gostarias de aprender primeiro?” Hesitei. Havia tantos nomes a circular nos meus circuitos: “já sei Poki, gostava de ouvir falar sobre Marie Curry! Parece-me muito interessante.”
Eli olhou para mim intrigada e disse: “Diz lá outra vez, Riri”. Eu disse: “Marie Curry”. Eli riu-se e disse: “Riri, acho que estás a pronunciar mal o nome dela!” Então, tentei outra vez: “Marie Curry”.
Eu estava muito confuso, e não sabia o que estava errado. Depois o Poki juntou-se à conversa e disse: “Riri, presta atenção a Curie”. E eu disse novamente: “Curie!”. Mas logo depois percebi o que estava errado. Estava a pronunciar mal “Curie” e a dizer “Curry”. Todos nos rimos do meu pequeno e divertido erro.
Quando as nossas gargalhadas se acalmaram, Poki começou: “Marie Curie foi uma mulher extraordinária, nascida na Polónia em 1867. Foi a primeira pessoa a receber dois Prémios Nobel em áreas diferentes: na física e na química. A sua investigação inovadora sobre radioatividade revolucionou a medicina.
Graças a ela, temos agora tratamentos para o cancro.” Fiquei fascinado. “Ela foi incrível! Como é que ela fez estas descobertas?” Poki continuou: “A Dra. Curie estudou elementos químicos como o rádio e o polónio. Era destemida e persistente, trabalhando num laboratório mal iluminado, mas apesar dos desafios que enfrentava foi continuando a trabalhar. Num mundo em que as mulheres eram frequentemente afastadas do trabalho científico, ela nunca desistiu. A sua dedicação inspirou gerações de cientistas, especialmente mulheres, a perseguirem os seus sonhos na ciência.”
Ouvi atentamente, absorvendo todos os pormenores. Depois, Poki acrescentou: “Outra cientista que podes achar inspiradora é Rosalind Franklin. Era uma química inglesa e os seus estudos de raios X do ADN tiveram um papel fundamental na descoberta da sua estrutura. No entanto, nunca recebeu o reconhecimento que realmente merecia. Apesar de tudo, o seu trabalho foi essencial para a biologia moderna.”
Eli acenou com a cabeça sabiamente. “Sem as contribuições de Franklin, não entenderíamos o ADN como o entendemos hoje. E depois há Ada Lovelace, a primeira programadora de computadores do mundo. Ela imaginou o poder dos computadores muito antes de eles serem construídos.”
Poki acenou com a cabeça. “E não nos podemos esquecer de Katherine Johnson, uma matemática cujos cálculos foram vitais para as missões espaciais da NASA. Sem o seu trabalho, os astronautas não teriam chegado à Lua!” Fiquei espantado. “Estas mulheres fizeram tanto pela ciência!” Pensei que devia pesquisar mais sobre o assunto.
Eu disse: “A ciência é como uma viagem, cheia de descobertas e de perseverança!” Poki sorriu: “Exatamente, Riri. Cada descoberta tem como base outras anteriores. E talvez um dia, tu dês o teu próprio contributo para o mundo.” Eli afagou as suas penas. “E eu vou estar ao teu lado, Riri. Juntos, podemos aprender, criar e inspirar os outros.”
Escolhe a resposta correta para cada pergunta.